O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma foto do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado e vendado, após uma operação militar realizada pelos EUA no país. A imagem mostra Maduro com óculos, de moletom e supostamente algemado, a bordo do navio USS Iwo Jima. De acordo com Trump, Maduro e sua esposa estão a caminho de Nova York. O governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reagiu rapidamente à ação dos EUA, classificando-a como um “rompimento grave das normas que regem as relações internacionais” e expressando preocupação com os impactos políticos e diplomáticos na região.
A operação militar dos EUA na Venezuela foi conduzida sem autorização do governo venezuelano e configura uma intervenção armada no país. O presidente Lula afirmou que a ação ultrapassa uma linha inaceitável e representa uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela, além de ser um precedente perigoso para a comunidade internacional. O governo brasileiro convocou uma reunião emergencial com ministros para avaliar os desdobramentos políticos da crise. A estabilidade da América do Sul está em risco devido à escalada do conflito, que pode levar a violência, caos e instabilidade na região.
O presidente Trump afirmou que os EUA passarão a estar “fortemente envolvidos” com a indústria petrolífera da Venezuela e que a líder opositora venezuelana, María Corina Machado, pode ser colocada no poder. A reação do governo brasileiro reflete a posição histórica do país contra intervenções armadas e a defesa do direito internacional. A captura de Maduro e a intervenção dos EUA na Venezuela têm consequências práticas significativas para a região e podem afetar a dinâmica política e econômica do país e da América do Sul.
A situação na Venezuela continua a se desenrolar, com a Venezuela fechando sua fronteira com o Brasil após a intervenção dos EUA e a captura de Maduro. O governo brasileiro continua a monitorar a situação e a avaliar os desdobramentos políticos da crise. A comunidade internacional também está acompanhando a situação, com muitos países expressando preocupação com as consequências da intervenção dos EUA na Venezuela.